THOUSANDS OF FREE BLOGGER TEMPLATES

domingo, 30 de maio de 2010

relacionamentos pt3


E aí que hoje faz um mês que isso tudo começou.
Se estou feliz? Sim, estou muito feliz.
Mas estou concluindo algumas coisas.
A primeira é que um amor bom, uma amor de verdade, desses de filme, é irracional, ao menos em parte.
É #fato, meu namoro atual vai contra várias coisas que eu havia idealizado. Mas como eu disse alguns posts atrás "A vida acabou com meu idealismo romântico, com minhas esperanças de um amor perfeito. Eu troquei pela realidade. Pela pessoa ideal para o momento.". E posso dizer que provavelmente estou com a pessoa ideal para o momento.
Deixei-me apaixonar não por quem me oferece um futuro, mas por quem me faz feliz no presente. E me deixei levar pela vida. Não me pus obstáculos. Me permiti gostar. Me permiti abrir exceções. E o saldo é só positivo.
Antes disso, eu estava com alguém que me parecia a pessoa perfeita. Bem estabelecida, bem relacionada, realizada profissionalmente. Mas faltava a paixão. E, #fato, só a paixão nos move. 
É verdade que estou bem mais tranqüilo neste relacionamento que nos outros. Estou indo com o máximo de calma que consigo, curtindo cada momento, sem precipitações. Sim, ainda tenho racionalidade.....  E assim vou levando, curtindo o momento. E feliz.

relacionamentos pt2

começo de namoro é engraçado.
Nós nunca temos o suficiente do outro.....
Sempre fica um assunto por ser conversado.
Um abraço por ser dado.
Um beijo por ser roubado.
Um sonho por ser compartilhado.....

terça-feira, 25 de maio de 2010

relacionamentos pt1



     Relacionamentos não são triviais. #fato.
  Envolvem renúncias. E nós, seres humanos que somos, não gostamos de renunciar. Somos naturalmente egoístas. Queremos alguém que se adapte a nós, e não o contrário. Não queremos abrir mão de nossos costumes, de nossos programas tradicionais. O filme francês sempre parecerá mais interessante que o americano, não importe quanto a outra pessoa insista.
    E manter um relacionamento achando que seremos capazes de mudar o outro, é o maior erro que podemos cometer. Somos todos egoístas e intransigentes. Apegados à nossos valores. Conseguimos mudar uma coisa aqui e outra ali. Impomos um pouco de nós. Mas a essencia do outro, esta é praticamente imutável.
    Não queremos abrir mão de nossa independência, de nossa liberdade de ir e vir, de fazer o que quisermos, na hora que desejarmos. Mas queremos a outra pessoa em nossos momentos de carência, em nossos momentos de fraqueza. Em nossas desilusões, para nos abraçar forte e dizer que tudo ficará bem.
    Mas em meio de tantas abdicações, de tantas renúncias, existe a alegria de viver que só o amor nos traz. Gostar de alguém nos transforma. Nos faz menos revoltosos, mais atenciosos. Nos faz mais leves. Acima de tudo, nos dá uma esperança. A esperança de que por maiores que sejam os desafios do cotidiano, ainda existe um sorriso, um abraço, um beijo, daquele cuja lembrança já te faz feliz.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

sem expectativas, sem decepções.....

fato.
Eu perdi um pouco das esperanças em relacionamentos.
Não, não quero pena, não quero pesares, não quero conselhos.
Eu estou bem com isso.
Dizem que humanos são seres naturalmente sociáveis, que precisam de constante companhia para serem felizes. Talvez seja verdade. Mas cheguei em um estágio que já não me preocupo com isso. Relacionamentos trazem problemas, discussões, incompreenssões. Trazem dificuldades.
As amizade verdadeiras me bastam.
Não, não irei virar um ermitão. Só perdi as expectativas. Se algo começar a acontecer, levemos a cabo. Sem grandes esperanças. Se der certo, bom enquanto durar. Se der errado, paciência. Sem expectativas, sem decepções. Assim viveremos à partir de então.

terça-feira, 4 de maio de 2010

minha terrível mania...



Eu tenho uma terrível mania de achar que não sou capaz de fazer os outros felizes... que é melhor eu ficar sozinho que dar trabalho à alguém. 
Acabei de postar isso no twitter, mas estou sentindo uma necessidade de desenvolver isso.
Talvez seja problema de filho único, mas eu tenho uma forte tendência a buscar o isolamento. E isso acontece de rotina quando começo a manter um contato mais próximo com alguém.... Eu começo a me pegar pensando que eu não sou a pessoa ideal para esse dado alguém.... Que minhas obrigações vão me levar a me dedicar menos do que deveria, e que meus problemas vão me levar a tornar-se enfadonho em pouco tempo. Logo, o ideal seria ficar só, deixar as pessoas acharem alguém melhor que eu, que de fato as fará felizes....
Isso se liga fortemente a meu post anterior, onde eu disse que havia perdido em parte as esperanças de encontrar alguém que de fato me completasse. Pessimismo? Realismo? Eu de fato não sei.
Eu adoraria viver por impulso, deixar as coisas acontecerem, viver sem me questionar sobre o futuro. Mas me é impossível. Sou saudoso com o passado e preocupado com o futuro. E o presente? Bom, tentemos deixar a história acontecer...  

segunda-feira, 3 de maio de 2010

e agora?


E um dia ia acontecer.
Ia aparecer uma pessoa nova.
Mas as experiências anteriores me deixaram em um estado interessante.... Eu estou muito, muito independente.
É muito bom a perspectiva de ter uma pessoa nova para sair e se divertir junto. Especialmente se ela demonstra interesse na sua companhia.
Se estou animado? Sim, estou um pouco.  Mas também estou muito tranqüilo... Como sempre, achando problemas, mas isso já me é recorrente.
O fato é que não estou fazendo planos, não estou fantasiando sobre o futuro, não estou esperando nada demais. A vida acabou com meu idealismo romântico, com minhas esperanças de um amor perfeito. Eu troquei pela realidade. Pela pessoa ideal para o momento. Passei para as pequenas alegrias, desisti dos grandes sonhos.
Se isso é bom? Eu realmente não sei.... Mas acho que irei descobrir em breve....